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quarta-feira, 6 de julho de 2011

OAB pede rigor do MEC em relação a qualidade de ensino nas instituições

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OAB pede rigor do MEC em relação a qualidade de ensino nas instituições

Mais de 104 mil candidatos de 747 instituições de ensino públicas e privadas fizeram o exame

06.07.2011 | Atualizado em 06.07.2011 - 07:20
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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta terça-feira (5) uma lista com os 90 cursos de direito que não aprovaram ninguém na última prova da Ordem. A instituição pediu mais rigor ao Ministério da Educação na hora de liberar novos cursos.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcanti, foi duro no diagnóstico: “Nós estamos vivendo na verdade um verdadeiro estelionato educacional, Em que o cidadão entra na faculdade com a promessa de sair com um diploma para ser advogado e acaba saindo de lá sem qualquer tipo de possibilidade de estar no mercado de trabalho”.
E cobrou do governo: “Efetivamente há uma explicação ser dada pelo MEC”.
As críticas vieram depois do resultado do último exame da Ordem dos Advogados do Brasil, prova que os formados em direito precisam fazer para exercer a advocacia. Quase 90% dos candidatos simplesmente não passaram na prova.
Mais de 104 mil candidatos de 747 instituições de ensino públicas e privadas fizeram o exame e só 12.500 passaram. Noventa faculdades - todas particulares - em 22 estados e no Distrito Federal não tiveram nenhum candidato aprovado.
1.174 cursosDe acordo com a OAB, o número de cursos de direito aprovados pelo Ministério da Educação vem crescendo muito rápido e sem o devido controle. Atualmente, são 1.174 cursos. Mais de 40 aprovados este ano. Para o OAB é por isso que o índice de aprovação no exame da Ordem que era de 30% em 2008, caiu para cerca de 11% esse ano.
Segundo o G1, o Ministério da Educação não quis comentar as críticas da OAB. Em uma nota, se limitou a dizer que tem feito avaliações regulares dos cursos de direito, e que este ano já suspendeu mais de 10 mil vagas em faculdades mal avaliadas. Para o MEC, o exame da Ordem não pode ser usado para determinar a qualidade dos cursos de direito.

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