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domingo, 7 de agosto de 2011

http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2011/08/07/99392,aladilce-acusacoes-de-carballal-sao-039-desculpas-039.html


ALADILCE: ACUSAÇÕES DE CARBALLAL SÃO 'DESCULPAS'

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Foto: Max Haack / Ag. Haack / BN

Declarações de Carballal, para Aladilce, "não têm cabimento nenhum"
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) refutou as acusações feitas pelo líder da bancada de oposição da Câmara Municipal de Salvador, Henrique Carballal (PT), a ela e à sua correligionária Olívia Santana.  Segundo o petista, as duas o criticam para enfraquecer a candidatura de Nelson Pelegrino (PT) à prefeitura de Salvador, em benefício da comunista Alice Portugal. Entrevistada pelo Bahia Notícias neste sábado (6), a edil qualifica o ataque de Carballal como “mais uma desculpa” para as atitudes que ele toma “contra ou pela minoria da bloco de oposição”. “Isso não tem cabimento nenhum. O nosso estranhamento com Caballal não tem natureza política. É devido à condução e posição dele como líder da bancada. Existem casos concretos e objetivos em que ele votou contra ou pela minoria do bloco”, argumentou. Como grandes exemplos, cita as votações do BRT (Corredor Rápido de Trânsito), e do Fundo de Municipal de Desenvolvimento Urbano (Fundurbs, espécie de poupança da prefeitura, para dispor dos recursos para obras emergenciais), projetos em que o petista foi favorável, ao contrário dos seus aliados na Casa. “O projeto da oposição não pode ser conciliado com o da prefeitura como o de Carballal – não estou dizendo que ele está conciliado com a prefeitura, mas que ele toma atitudes nesse sentido, toma”, retificou. Por fim, Aladilce afirma que o PCdoB mantém a indisposição com a presença de Carballal à frente da ala dos contrários, apresar de o PT, em nota oficial, ter decidido pela manutenção do vereador no cargo. “Nós continuamos achando que precisamos de uma liderança que traduza as decisões da bancada com consenso e habilidade. Vamos ter reunião com o PT na próxima semana, quando novamente nos posicionaremos a esse respeito”, pontuou.
(José Marques

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