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domingo, 15 de janeiro de 2012

Será que os terrenos da UFBA - Universidade Federal da Bahia também estão sendo grilados?

http://www.bahianoticias.com.br/principal/noticia/109386-terrenos-baldios-sao-grilados-em-bairro-nobre-de-salvador.html

Terrenos baldios são grilados em bairro nobre de Salvador
A apropriação suspeita de terrenos baldios em áreas nobres de Salvador parece não ter fim. São áreas valorizadas que estão sendo alvo da grilagem urbana despudoradamente sem qualquer ação dos órgãos de fiscalização da prefeitura. Agora surge mais uma novidade na região do Vale do Canela/Campo Grande.Saiba mais detalhes na coluna BN Imóveis.



Terrenos baldios são grilados em bairro nobre

Por Redação BNI

A apropriação suspeita de terrenos baldios em áreas nobres de Salvador parece não ter fim. São áreas valorizadas que estão sendo alvo da grilagem urbana despudoradamente sem qualquer ação dos órgãos de fiscalização da prefeitura. Agora surge mais uma novidade na região do Vale do Canela/Campo Grande.
Um terreno baldio depois de murado começa a sofrer terraplanagem sem nenhuma placa de alvará da Sucom. Aliás, a única tabuleta, além de dois outdoors, é a que informa: “Alugo 9127 8296”.
O terreno fica na subida do viaduto que liga o Vale do Canela ao Campo Grande, ao fundo dos edifícios Juiz Paulo Fontes, Valério de Carvalho, Dois de Julho, Mansão do Canela e a Escola de Belas Artes da Ufba, e também ao lado de uma favela.
Quem liga para o número que consta na tabuleta para obter informações sobre a área é atendido por uma voz masculina, que se identifica como Joaz. Muito simpático ao telefone, ele responde rapidamente que o terreno também está à venda.
Apesar de não ter nenhuma placa da Sucom que identifique a autorização da terraplanagem que admite estar realizando, Joaz garante ser dono da área, ter escritura e estar com toda documentação em dia.
Bem falante, Joaz informa que o terreno possui 2.350 metros quadrados e o preço é de R$ 3,5 milhões. Conta até que já foi procurado por várias incorporadoras.
“A OAS, por exemplo, já me propôs pagar 30% em dinheiro e os demais 70% do valor em unidades. Rejeitei. Só aceito 50% em dinheiro e 50% em unidades. Fora isso não sento nem para negociar”, afirma Joaz.
 
O terreno que Joaz diz ser proprietário não é o primeiro da região que é apropriado de forma suspeita. No ano passado, houve o lançamento do polêmico empreendimento “Coletânea”, que fica no Vale do Canela, numa encosta no final da Rua Marechal Floriano, apesar de uma série de protestos de moradores contra a derrubada de árvores seculares e denúncias de grilagem.
Mas, embora tenha sido um sucesso de vendas com uma rápida comercialização dos apartamentos, o que ensejou até a desmontagem do estande de vendas, o empreendimento da incorporadora Rovic enfrenta na Justiça um processo do condomínio Santa Emília.
Os moradores desse prédio, cujo fundo dá para o terreno onde se planeja construir o “Coletânea”, tentam barrar as obras, alegando ilegalidades que passaram despercebidas pela Sucom na hora da concessão dos alvarás necessários à construção do empreendimento.

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