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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Soteropolitanos exageram na bebida, diz pesquisa

http://atarde.uol.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5827480&t=Soteropolitanos+exageram+na+bebida+diz+pesquisa


Soteropolitanos exageram na bebida, diz pesquisa

Da Redação
Os soteropolitanos estão bebendo exageradamente. Ao menos, é o que diz uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, realizada pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), em que Salvador aparece no topo da lista das capitais brasileiras onde maiores de 18 anos, afirmam que, nos últimos 30 dias, consumiram álcool de forma abusiva.
Enquanto a capital baiana lidera o ranking com 24%, em segundo lugar está Teresina (Piauí), com 23%. O terceiro posto da bebedeira reserva um empate entre as cidades de Cuiabá (Mato Grosso) e Recife (Pernambuco), com 21%.
Ainda segundo o estudo, as soteropolitanas são as mulheres que mais bebem no país. Das entrevistadas, 17,2% afirmaram que tomaram de 4 ou mais doses de bebida alcoólica em um mesmo evento. As recifenses ocupam um segundo lugar distante, com 14,3%.
O mesmo não acontece no universo masculino. Em Salvador, eles também lideram o ranking com 31,3%. Por muito pouco, os rapazes de Cuiabá não ocupam o lugar, já que chegaram aos 31,2%.
O consumo de álcool de forma abusiva não pode virar programação do dia-a-dia. O psiquiatra e coordenador adjunto do Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas da Bahia (Cetad), George Gusmão Soares, ressalta a importância de distanciar o “consumo abusivo de alcool” da dependência alcoolica. “São distintos, mas nem por isso o abuso é menos grave. Como não falamos muito dele, tendem a banalização, do tipo fulano tomou só um porre."
A pesquisa entrevistou 54 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal, entre janeiro e dezembro de 2011. As entrevista não estão relacionadas à dependência alcoólica ou alcoolismo.
O alcoolismo é uma doença, considerada crônica e progressiva, que se caracteriza pelo consumo regular e contínuo de bebidas alcoólicas. Os depoimentos dos entrevistados ao estudo são referentes aos últimos 30 dias vividos em suas rotinas normais.

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