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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Primeira general defende 'estudo aprofundado' antes de inserir mulheres na linha bélica


Primeira general defende 'estudo aprofundado' antes de inserir mulheres na linha bélica
Primeira oficial general das Forças Armadas brasileiras, a contra-almirante médica Dalva Maria Carvalho Mendes, de 56 anos, afirmou que é preciso um “estudo muito aprofundado” antes de inserir mulheres na linha bélica. Em entrevista à Folha de S. Paulo, ela defendeu que a ocupação de qualquer cargo militar por uma mulher deve ser “vista com calma”. “Já entrou num navio de guerra? Aquele cheiro de óleo é um problema. Já pensou para quem está grávida? É incompatível. Mulher não vai suportar aquilo. E quando estiver amamentando? Não é simplesmente colocar a mulher no navio”, disse. Atualmente, as mulheres ocupam funções nas áreas administrativas, de saúde e no magistrado. Apenas Aeronáutica tem pilotos do sexo feminino. Segundo lei assinada em agosto pela presidente Dilma Rousseff, o Exército tem prazo de cinco anos para inserir mulheres na frente de combate. A Marinha ainda não tem norma sobre o assunto.

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