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sábado, 1 de dezembro de 2012

Roque Ferreira: 'O samba é muito sacaneado na Bahia'


Roque Ferreira: 'O samba é muito sacaneado na Bahia'
Com composições gravadas por nomes como Clara Nunes, Maria Bethânia, Martinho da Vila e Zeca Pagodinho, além do reconhecimento nos CDs de Roberta Sá, Mariene de Castro (que “descobriu”) e Clécia Queiroz, entre outras vozes, Roque Ferreira, 65 anos, é desses artistas que não manda recado, nem tergiversa, vai direto ao ponto, ou aos pontos. “Sou o único sambista que bota a boca no trombone”. Para ele, o Dia do Samba na Bahia, comemorado neste domingo (2), é “um dia de lamentação” e diz o porquê:“Edil Pacheco tomou conta disso ai”. Roque fala que se não fosse o Rio de Janeiro, o gênero tinha acabado. Crítico contumaz da música que se faz na Bahia, mas também de outros gêneros musicais, não evita comentários contundentes sobre artistas consagrados como Caetano Veloso, ou mesmo ídolos da chamada axé music, como Carlinhos Brown (“aquele cara é o fim da picada”) e Ivete Sangalo (“a mulher grava qualquer merda que você disser a ela que vai vender”). Mas sabe que as brigas têm consequências. “Esse radicalismo meu me tem trazido muito mais problema do que você imagina”. Leia a entrevista na íntegra!

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